domingo, 27 de fevereiro de 2011

As aventuras de Hucklberry Finn

O  livro As aventuras de Hucklberry Finn é considerado uma marca importante que mostra como o autor  desenvolveu uma composição simples, de homem e menino, negro e branco, escravo e homem... e graciosamente os fixa com horas infinitas discutindo as famílias, os problemas e, indiretamente, o lugar deles na sociedade pós-guerra. Huckleberry Finn é um garoto cheio de coragem que desce o rio Mississippi, juntamente com o escravo fugitivo e amigo Jim, a bordo de uma balsa, com o objetivo de chegar a Ohio. Huck encontra muitas pessoas excêntricas e realiza façanhas de tirar o fôlego.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Huckleberry_Finn 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CONHECIMENTO DO PROFESSOR:

“O professor Lidenbrock dominava diversas línguas e as usava sempre que necessário:
Quando saiu do vulcão Stromboli, encontrou um menino e tentou em várias línguas a comunicação com ele:
“Parecia um pequeno mendigo, miseravelmente vestido. (...) O garoto ia fugir. Hans o perseguiu e o trouxe de volta.
Meu tio tentou acalmá-lo. Perguntou em alemão.(...)
Tentou em inglês. O garoto continuou sem responder. (...)
Mais calmo, fez nova tentativa.
_  Dove noi siamo?
Silêncio absoluto. O professor Lidenbrock teimou.
_ Come si noma questa isola?
_ Stromboli – respondeu o menino, que fugiu das mãos de Hans e cirrey oir ebtre as ikuveuras.”
PÁGINA 183
“Meu tio, porém, não abandonou um instante sequer o interesse científico. Com a tocha na mão, examinava as camadas de rochas pelas quais passávamos! Mantinha o sangue-frio, tentando calcular nossa localização.”
Verne, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007. Página  176

CHEGADA CONFUSA:

“_ Estamos em um poço estreito, com menos de oito metros de diâmetro! – disse meu tio. – Depois de chegar ao fundo do abismo, a água retoma seu nível e nos levanta junto com ela.”
PÁGINA 174.
“ _ Granito eruptivo – comentou – Ainda estamos na era primitiva, mas continuamos subindo. Quem sabe?
(...)
 _ O terreno está mudando! Logo chegaremos às camadas da era de transição !
(...)
 “A temperatura aumentava acentuadamente. Eu estava banhado em suor. A atmosfera tornou-se abrasadora.”
Verne, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007. Página  176

RISCO DE VIDA: DURANTE TODA A VIAGEM:

“_ Axel, a situação é desesperadora, mas existem chances de salvação! – disse meu tio. – Se a qualquer momento podemos morrer, também podemos ser salvos. Devemos estar preparados para aproveitar todas as oportunidades!”
Verne, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007. Página  175.

GRATIDÃO E LEALDADE


"...me apoiou, ajudando-me a enfrentar todos os acontecimentos. ” PÁGINA 186.
“Quando abri os olhos, senti a mão forte do islandês agarrar minha cintura. Com a outra, segurava meu tio. Estava deitado sobre a encosta de uma montanha, a dois passos de um abismo, onde teria caído ao menor movimento.
Hans me salvara da morte, no momento em que eu rolava sobre as encostas da cratera. Eu estava ferido, mas sem muita gravidade. Meu tio abriu os olhos...”
Verne, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007. Página 181.

ENCONTRARAM UM PUNHAL. DE QUEM SERIA?

DUAS INICIAIS ESTAVAM ESCRITAS EM UMA PLACA. QUEM AS ESCREVEU?
“Corri até um objeto que brilhava na areia. Era um punhal coberto de ferrugem, mostrei-o a meu tio. (...)
_ Axel! Estamos a caminho da grande descoberta! Esta lâmina abandonada na areia há cem, duzentos, trezentos anos, e se estragou nas rochas!
(...)
“Ali descobrimos a entrada de um túnel escuro.
Finalmente, em uma placa de granito, encontramos gravadas duas letras desgastadas pelo tempo.”
Verne, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007. Página 165/166.

O CENTRO DA TERRA SERÁ QUENTE OU NÃO?

“_ Está preocupado com o calor, Axel?
_ Vamos entrar em fusão!
Confiante, o professor Lidenbrock esclareceu:
_ Ninguém sabe ao certo o que se passa no interior do globo terrestre. A ciência passa por um contínuo aperfeiçoamento. Cada teoria é destruída por outra. Por que, a certa profundidade, o grau de calor não se tornaria estável?
(...)
Seu entusiasmo era tanto que fiquei empolgado.”
Verne, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007. Página 36.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Traquinagens:

 ”Saiu e foi procurar entre a plantação de tomates e ervas bravas que constituíam o jardim. Nada de Tom. Ouviu um pequeno ruído às suas costas e se virou a tempo de poder reter um guri pela roupa, impedindo-lhe a fuga.
_ Ah! Eu devia ter procurado no armário! Que é que você fazia lá?
_ Nada.”
(Twain, Mark. As Aventuras de Tom Sawyer. Ediouro Editora, 2006, página 9)