quarta-feira, 9 de março de 2011

As Aventuras de Huckleberry Finn

A história é narrada em primeira pessoa, pelo garoto Huckleberry Finn. O livro conta as muitas peripécias pelas quais ele passa, quando foge de casa e desce o rio Mississipi numa jangada com seu amigo Jim, escravo fugido.

quarta-feira, 2 de março de 2011

VULCÃO STROMBOLI - CHEGADA

“A velocidade de nossa descida duplicou. A inclinação das águas aumentou ainda mais. Não deslizávamos, caíamos! Meu tio e Hans seguravam-me com força.” Página: 173.

“ _ O senhor ainda acredita em chance de salvação?
_ Claro que sim! Enquanto há vida, há esperança!” página: 175.

“Um pavor irresistível tomou conta de mim. Por meio da luz incerta da tocha, observei movimentos desordenados nas camadas graníticas. Era evidente que um fenômeno estava prestes a ocorrer, no qual a eletricidade desempenhava um papel importante. Além do mais, o calor excessivo, a água fervente... tudo me levava à mesma conclusão.
Pior ainda: a bússola enlouquecera!” Página: 177.

“A bússola , enlouquecida, confirmava minhas suspeitas. A crosta mineral ameaçava se romper. Os maciços graníticos iriam se juntar novamente. A fissura se preencheria. Seríamos esmagados!” Página: 178

“Uma espécie de furacão ativava os fogos subterrâneos. Subitamente, tive a sensação de estar amarrado à boca de um canhão no momento em que a bala dispara.” Página: 180.

“Estávamos na encosta de uma montanha calcinada pelo calor do sol. Após tanto tempo embaixo da terra, meu corpo estava sendo assado pelos raios solares!” Página: 181.

“...Stromboli! estávamos em pleno Mediterrâneo! As montanhas azuis que se destacavam no horizonte eram da Calábria! O vulcão que se erguia ao sul era o Etna!” Página: 183.

“Havíamos entrado por um vulcão e saído por outro, a mais de quatro mil e oitocentos quilômetros de distância! Iniciamos a expedição entre as neves da Islândia, e desembocamos sob o céu azulado da Sicília!” Página: 184.
                                                           VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.

GRAÜBEN:


“Ao me encarar, Graüben percebeu quanto estava transtornado.” Página: 37 – ela conhecia bem Axel.
“_Sim, Axel – ela continuou - , é a viagem perfeita para o sobrinho de um grande cientista. É maravilhoso que você possa se destacar por uma grande descoberta! “ Página: 38
“...Graüben me acompanhou, e dispôs o necessário para a viagem em uma valise. Tinha a aparência calma. Suas mãos delicadas cuidavam da bagagem como se eu fosse fazer um passeio a alguma cidade próxima. Sua calma me motivou a creditar no sucesso da expedição.” Página: 40

                                                     VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.

AXEL:



“Estremeci.” Página: 37.

“Quando adormeci, só tive pesadelos. Sonhei com abismos!  Mergulhava em precipícios sem fim,  em quedas intermináveis!” página: 40
...”Aos poucos, comecei a enfrentar a vertigem.” Página: 45
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...” por mais irascível que fosse, eu não tinha dúvidas de quanto gostava de mim.” Página: 107.

                                                        VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.

MAR – PRAIA - ONDAS


“_Maré? A influência do Sol e da Lua chega até aqui? _ admirei-me. ...
Fomos até a areia. As ondas lavam a praia.
_ O mar deverá se elevar cerca de três metros – disse meu tio.
_ Quem poderia imaginar que debaixo da crosta terrestre houvesse um oceano com fluxos e refluxos, brisas e tempestades?! – admirei-me.” Página: 124

“A viagem continuaria por um novo meio de locomoção, rápido e até confortável. Havia um mastro com duas toras cruzadas, e uma vela feita com uma de nossas mantas. A jangada era muito sólida, graças às cordas fortemente amarradas por Hans.
... Içamos a vela... Quando deixávamos o porto, meu tio quis lhe dar um nome. Porto Grauben. Ficará ótimo no mapa!”  Página: 127.
Grauben- em homenagem à namorada de Axel.
                                                        VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.

CAVERNA.


“A 7 de agosto, nossa descida constante nos levara a uma profundidade de cento e vinte quilômetros. Isto é, sobre nossas cabeças pesavam cento e vinte quilômetros de rochas, águas do oceano, continentes e cidades! Devíamos estar a oitocentos quilômetros da Islândia!” Página: 105

“Chegamos a uma enorme caverna, de onde desemboca um grande número de passagens.” Página: 114

“Era uma paisagem de aspecto selvagem e assustador, iluminada de maneira surpreendente. Não pelo sol, nem mesmo pela lua. Era uma luz trêmula, que produzia uma claridade branca e seca, evidenciando uma origem elétrica. Com certeza tratava-se de um fenômeno permanente, que iluminava a caverna colossal.” Página: 120
                                                         VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.

Iniciando a jornada em direção ao vulcão Sneffels.



“Foi agradável cavalgar através da paisagem desconhecida. O tempo estava estável, apesar do céu nublado.”  Página 56

...”A Islândia é uma das maiores ilhas da Europa. Tem cento e três mil quilômetros quadrados e só sessenta mil habitantes. A paisagem gélida é belíssima.” Página: 56

“Vamos escalar o Sneffels! Visitar a cratera! Outros já fizeram o mesmo e saíram ilesos. Penetrar suas entranhas! Quem prova que o vulcão está extinto? O monstro pode despertar conosco lá embaixo!” Páginas: 64-65

“O Sneffels tem mil, quinhentos e vinte e quatro metros de altura. Seus picos duplos se destacam das outras montanhas da ilha. Do nosso ponto de partida, não tínhamos uma visão completa...
Após a muralha de basalto de Stapi, atravessamos um solo de carvão vegetal e fibroso, resíduo da primitiva vegetação típica dos pântanos.” Página 67

“O caminho tornava-se mais difícil. O solo se elevava...
“Iniciamos a escalada do Sneffels.” Página: 68

“Só alcançamos o cume às onze da noite.” Página: 72

“A cratera do Sneffels parecia um cone invertido, com cerca de dois mil metros de diâmetro na abertura. No fundo, não deveria ter mais que cento e sessenta metros. As encostas suaves permitiriam chegar facilmente ao fundo.” Página: 74

“Começava a verdadeira viagem. ... Além  do medo de descer agarrado somente a uma corda, teria que carregar um fardo!” Página: 77

...”Após meia hora chegamos à superfície de uma rocha, que formava uma pequena plataforma. Ainda não era possível ver o fundo do buraco!” página: 79


                                                         VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.

terça-feira, 1 de março de 2011

Ser pirata e descobrir tesouros é o seu sonho.

Amigos não lhe faltam, mas é com os seus companheiros, Huckleberry Finn, ou apenas Huck, e Joe Harper que Tom partilha as suas maiores aventuras, como se isolar por dias numa ilha deserta no meio do rio, consentindo que os parentes pensassem que eles haviam morrido. “ (…) Os três meninos “mortos” vinham “ressuscitando!” – vinham entrando, Tom à frente, Joe em seguida e Huck todo trapos atrás! (…).”
As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain. Desafio: descobrir a página:......-dica por volta da pág.: 135.

Em busca da justiça


Na luta a favor da justiça, Tom passa, muitas vezes, por situações embaraçosas e perigosas como por exemplo: quando ele e Huck presenciam um assassinato e passam a conhecer o perigoso Joe, o índio, e procuram pelo tesouro perdido.

"(…) Tom disse: 
"… e assim que o doutor pegou na tábua e Muff Potter caiu, Injue Joe saltou de faca em punho e …”  

1 - Descubra a página com essa citação.no livro As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain.

Tom e seu amigo, receosos, escondem-se  por vários dias e são tidos como mortos;.Voltam, assistem ao velório.

2 - De quem? Descubram.
Em prol da justiça, relatam a verdade?

Verifique lendo o livro.


Punições?


“O perigo da surra era iminente.
_Xi! Tia, olha aí!
A velhinha virou-se, agarrano a saia para proteger-se, e o rapaz aproveitou a ocasião para fugir. Depois de um instante de surpresa, Tia Polly deu uma pequena gargalhada.
_ Menino danado! Será que não aprendo? Mas ele nunca me prega a mesma peça duas vezes. Tom parece saber até que ponto pode me atormentar sem me irritar. Não estou cumprindo o meu dever para com esse rapaz. Ele está cheio de manhas, mas é o filho de minha finada irmã, coitada!, e não tenho coragem de bater nele...”
                                                                                     As Aventuras de Tom Sawyer, Mark Twaian, página 10