“A 7 de agosto, nossa descida constante nos levara a uma profundidade de cento e vinte quilômetros. Isto é, sobre nossas cabeças pesavam cento e vinte quilômetros de rochas, águas do oceano, continentes e cidades! Devíamos estar a oitocentos quilômetros da Islândia!” Página: 105
“Chegamos a uma enorme caverna, de onde desemboca um grande número de passagens.” Página: 114
“Era uma paisagem de aspecto selvagem e assustador, iluminada de maneira surpreendente. Não pelo sol, nem mesmo pela lua. Era uma luz trêmula, que produzia uma claridade branca e seca, evidenciando uma origem elétrica. Com certeza tratava-se de um fenômeno permanente, que iluminava a caverna colossal.” Página: 120
VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.
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