“A velocidade de nossa descida duplicou. A inclinação das águas aumentou ainda mais. Não deslizávamos, caíamos! Meu tio e Hans seguravam-me com força.” Página: 173.
“ _ O senhor ainda acredita em chance de salvação?
_ Claro que sim! Enquanto há vida, há esperança!” página: 175.
“Um pavor irresistível tomou conta de mim. Por meio da luz incerta da tocha, observei movimentos desordenados nas camadas graníticas. Era evidente que um fenômeno estava prestes a ocorrer, no qual a eletricidade desempenhava um papel importante. Além do mais, o calor excessivo, a água fervente... tudo me levava à mesma conclusão.
Pior ainda: a bússola enlouquecera!” Página: 177.
“A bússola , enlouquecida, confirmava minhas suspeitas. A crosta mineral ameaçava se romper. Os maciços graníticos iriam se juntar novamente. A fissura se preencheria. Seríamos esmagados!” Página: 178
“Uma espécie de furacão ativava os fogos subterrâneos. Subitamente, tive a sensação de estar amarrado à boca de um canhão no momento em que a bala dispara.” Página: 180.
“Estávamos na encosta de uma montanha calcinada pelo calor do sol. Após tanto tempo embaixo da terra, meu corpo estava sendo assado pelos raios solares!” Página: 181.
“...Stromboli! estávamos em pleno Mediterrâneo! As montanhas azuis que se destacavam no horizonte eram da Calábria! O vulcão que se erguia ao sul era o Etna!” Página: 183.
“Havíamos entrado por um vulcão e saído por outro, a mais de quatro mil e oitocentos quilômetros de distância! Iniciamos a expedição entre as neves da Islândia, e desembocamos sob o céu azulado da Sicília!” Página: 184.
VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. FTD. São Paulo. 2007.
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